.novo golpe!! cuidado!!!.

Postado por Jacke On quinta-feira, maio 07, 2009 0 comentários

O cara, 54 anos, recém divorciado, sai para a noite numa tentativa de refazer a sua vida social.

Num bar conhece uma mulher, cerca de 50 anos, ainda muito bonita, relativamente bem conservada, conversa interessante.

Papo vai, papo vem, o assunto chega ao sexo. Mais um pouco e ele sugere uma relação e ela se mostra interessada.

Aí ela pergunta o que ele acha de uma transa a três, tipo com mãe e filha.

O cara acha o máximo e diz que não tem problema, muito pelo contrário, e ela convida para irem na casa dela.

Entram no apartamento, o cara já tá mais do que excitado, ela tranca a porta e grita:

- Mãe, cheguei!!!


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.despedida.

Postado por Jacke On quinta-feira, maio 07, 2009 0 comentários



Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros
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.tua sogra.

Postado por Jacke On quinta-feira, maio 07, 2009 0 comentários

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.tamanho é documento sim (parte 2).

Postado por Яoьεяτα On quarta-feira, maio 06, 2009 0 comentários



Se bem que rir da desgraça dos outros é sacanagem...
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.quem me dera ao menos uma vez.

Postado por Яoьεяτα On terça-feira, maio 05, 2009 2 comentários

Você consegue entender isso?

 

Tabela     Vítimas da  seca Índios da Amazônia
Quantos?

10 milhões

230 mil

Sujeitos à fome?

Sim

Não

Passam sede?

Sim

Não

Subnutrição

Sim

Não

ONGs estrangeiras ajudando  

Nenhuma

350


Provável explicação:

A Amazônia tem: ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares. 

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos. 

Tente entender:


Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. 

Agora uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?

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